sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Influências!

Este pequeno vídio mostra a influência nas crianças, onde cabe-nos a reflexão sobre o que nós adultos queremos causar de  influenciar.


A Telenovela e suas influências na Educação

Originalmente, a novela foi criada para justamente mostrar a realidade de uma determina sociedade. Escrita em folhetins, posteriormente, em especial no século XX, transformara-se em telenovelas, mais difundida nos dias atuais pelo meio midiático. Seja como for, o que queremos, na verdade, ressaltar é que esse meio tem sido usado como forma de transmitir à sociedade conceitos que vem distorcendo alguns valores com relação à formação da criança/adolescente enquanto cidadão formador de opiniões.
 
Os meios de comunicação e, em particular, a televisão, vêm ocupando de forma crescente espaço na vida de grande parcela da população, sendo tanto fonte de informação quanto estimuladora de desejos, gostos e padrões de comportamento. A mídia exerce importante papel na formação das representações dos sujeitos sobre diversos temas, ora avançando, ora reforçando estereótipos, universalizando conceitos, afastando-se, assim, de uma maior compreensão de suas particularidades.
Para entendermos em que cenário emerge o processo de interação entre aquele que assiste e o que é veiculado, é necessário considerar a ampla gama de modos simbólicos de produção, como sugere Giroux (2001) – imagens eletronicamente produzidas, textos escritos, falas e ações – como textos públicos influentes que constroem significados e operam num contexto de diversidade de lutas sociais e modos de contestação. Os discursos dos Estudos Culturais e do feminismo, entre outros, vêm buscando mostrar que “a questão do poder tem importantes aspectos culturais e ideológicos” (Bailey & Hall, 1992, apud Giroux, 2001). As práticas culturais são produzidas e reproduzidas numa variedade de “locais sociais” e se inscrevem nos corpos agenciando a construção das identidades. Giroux relata ainda que “a esfera política amplia enormemente seu potencial tanto para a hegemonia cultural quanto para a resistência”. Os sujeitos não são passivos na formação de suas identidades; pelo contrário, tanto permitem quanto negam ou resistem à influência dos diversos produtos culturais e das diferentes esferas sociais a que são expostos, pelos quais são marcados de diferentes formas. As elaborações foucaultianas avançam no entendimento dessas relações de poder, evidenciando que a cultura não é um campo autônomo nem externamente determinado, mas um local de diferenças e de lutas sociais. Por ser palco de negociações, a cultura não é uma massa uniforme, homogeneizadora, mas está se constituindo.
Fonte: http://exito.pro.br/index.php?option=com_content&task=view&id=108&Itemid=1